estudio curitiba
O melhor estúdio de Curitiba está ainda melhor!
20 de agosto de 2015
Banda Braveheart em gravação no Nico's Studio em Curitiba
Banda Braveheart lança novo álbum
15 de setembro de 2015
Show all

Tipos de mixagem

Mixagem Analógica e Mixagem Digital

Escolhendo a melhor mixagem para sua produção

Desde 2009, tínhamos pronto o projeto de expansão do estúdio. Ouvindo produtores, músicos, arranjadores e cantores que passaram por aqui, fui prestando atenção no que eles gostavam, do que sentiam falta e também do que não gostavam. Imagina só, foram 12 anos de relatos e pesquisa de mercado até chegarmos ao Casa da Frente, estúdio que completa nossa antiga estrutura.

Além da acústica, outros aspectos diferenciam o Nico’s do novo estúdio:

No Nico’s Studio temos um console digital e vários prés das principais marcas mundiais como Neve, Avalon, Manley, Focusrite, SSL. Geralmente na mixagem digital, realizada dentro do computador com o Pro tools, (de onde vem o termo “in-the-box”) insertamos um hardware externo na caixa, baixo e voz… dando preferência para as marcas ssl por possuírem recall. Mixando no ProTools temos possibilidades quase que infinitas de plug-ins que vão de um básico equalizador até uma simulação de um ambiente gigante, além de conseguirmos manipular canais fazendo cascatas de efeitos, somas de compressão, dobras de canais, etc.

No Casa da Frente contamos com uma mesa analógica, fabricada na década de 90, desenvolvida por ninguém menos que Rupert Neve para a Amek; com 40 canais e prés, equalizadores e compressores em todos os canais, a mesa ainda possui 8 bus + 2, 12 auxiliares, 8 vcas e grupos e 8 matrix; tudo isso permite fazer compressão paralela analógica, coisa tão sonhada pelas mixagens “in-the-box”.

Tipos de mixagem

 

 

Traga seu trabalho pro Nico’s!

Solicite um orçamento aqui

 

Quais as principais diferenças entre mixagem analógica e digital?

1 – Os sentidos

A sensação de mixar algo, tocando no knob e ouvindo cada deslize de movimento é único, nada comparado a um mouse e teclado. Esse é um dos grandes diferencias da mixagem em uma mesa analógica para uma mixagem realizada dentro do ProTools: você ouve muito mais do que vê. Dentro do ProTools você vê o som, sabe onde pode ter um erro de execução muito antes de ouvi-lo; e mixando em uma mesa, o som é o centro da sua mixagem, a audição!

2 –  Sons dos canais

No ProTools você abre 5 canais e cola a mesma voz nos cinco, ouve elas solando cada uma e o resultado é o mesmo; já em uma mesa analógica, você vai repetir o mesmo processo e ao solar cada canal ouvirá cinco vozes iguais mas cada uma delas com um timbre diferente! Mesmo a mesa estando com os compressores desligados e equalizadores flats, mas a cada nuance e intensidade que o sinal passa pelos canais respondem com mais harmônicos engordando o som e comprimindo, ou seja, nenhum canal soa igual ao outro. O casamento harmônico entre os canais, essa soma de “gordura”, peso e profundidade são coisas impossíveis em conseguir no digital, se você finalizar hoje uma mixagem no Pro Tools e amanhã ou daqui 1 ano abrir a sessão, o som será o mesmo; em uma mesa analógica fatores como energia, temperatura e conexões mudam o som a cada dia… com isso seu som ganha mais personalidade.

3 – Você está ouvindo o resultado final da mix.

Quando você dá o play no ProTools, você já está ouvindo o L-R da mixagem, sem o processamento do bounce, sem a soma e cálculos do digital. Com isso ganhamos mais headroom (espaço na mixagem), harmônicos não são facilmente perdidos e o resultado final é um som mais “macio”, uma sensação maior de profundidade e largura.

Vale lembrar que essas diferenças são notadas com um áudio muito bem gravado, com instrumentos musicais bons, bem conservados e regulados. A ideia de mixar em uma mesa analógica é somar ao som de sua música e não salvar o som de sua música!

 

Você deve estar se perguntando: a mixagem digital é inferior? Por que muitos profissionais ainda escolhem a mix digital?

Muitos profissionais (inclusive nosso estúdio) trabalham com as duas opções, mas quem opta por uma delas geralmente se apoia nestes argumentos:

Mixagem digital

  • facilidade de fazer quantos recalls forem necessários;
  • um estúdio inteiro com mesa analógica, equalizadores, compressores, limiters e processadores de efeitos cabem dentro da sua sessão;
  • automação em todos os parâmetros de uma mixagem;
  • consegue chegar muito mais rápido ao som que se imagina;
  • não tem custo em reparos e manutenção, além do baixo consumo de energia elétrica.

Mixagem Analógica

  • um plug-in virtual nunca vai soar como um hardware original e suas oscilações;
  • o casamento harmônico entre os canais é único, nenhum computador tem como reproduzir;
  • tudo que você ouviu desde criança, grandes sucessos mundiais foram mixado em analógico;
Tem um trabalho pra mixar e está indeciso?  Converse conosco! 

Tipos de mixagem

4 Comentários

  1. Salomao Epifanio disse:

    Olá. Queria saber o valor de uma mixagem de uma música que estou gravando. É um single.

  2. Nico disse:

    Olá Salomão, muito obrigado pelo seu contato!

    Pode nos enviar um email no nicos@nicosstudio.com.br

  3. Henrique disse:

    Hoje em dia tanto faz uma gravação analógica ou Digital, pois duvido que o consumidor final que são os ouvintes leigos saibam distinguir uma gravação de outra. O que importa realmente é saber usar cada uma da melhor forma possível deixando um áudio agradável com uma boa dinâmica. o resto é apenas especulação. Essa é a minha opinião.

  4. Nico disse:

    Henrique, agradeço o comentário.

    No site da Universal Audio tem áudios que Jacquire fez gravando com o hardware e o plug-in, aqui no link da para fazer o download e ouvir os dois.
    http://media.uaudio.com/blog/u/n/unison_ab_audio_files.zip

    Sobre o ouvinte final, acredito que ele não sabe o que é, mas sente a diferença em forma de emoção quando ouve um trabalho feito com todo o cuidado. Independente do formato da gravação.

    Abraço

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *